Vacinação contra gripe tem força-tarefa no país

Informe-se sobre as etapas e a importância da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe que ocorrerá em todo território nacional

Como bem sabemos, não basta manter uma boa alimentação ou uma rotina de exercícios: existem cuidados que são primordiais para quem deseja driblar as adversidades e ter uma vida longa e mais tranquila.

A vacinação previne contra doenças, fortalece o sistema imunológico e, em épocas de pandemia, ajuda a enfrentar o problema em curso. Convém dizer, claro, que a vacina contra a gripe não é capaz de prevenir contra o novo coronavírus.

No entanto, uma pessoa imunizada, ao apresentar sintomas que poderiam ser os de uma gripe, passa a ser suspeita de ter COVID-19 — o que facilita o diagnóstico e permite que o tratamento comece mais cedo.

Abaixo, falaremos um pouco mais sobre a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, explicando sobre os grupos que têm prioridade na hora da vacina, as vantagens de tomá-la, entre outros pontos importantes. Confira!

Por que é relevante tomar a vacina contra a gripe?

Como sabemos, os casos mais graves de coronavírus têm sido mais frequentes em pessoas acima dos 60 anos. Só no Brasil, há 20,8 milhões de idosos. Ou seja: é preciso defender a integridade dessa grande fatia da população.

A primeira fase da campanha, que oficialmente começou dia 23 de março, tem como objetivo imunizar esse grupo de risco, além dos trabalhadores de saúde, que estão diariamente em contato com pacientes afetados pelo coronavírus.

Convém dizer que, em situações normais, o Ministério da Saúde faz a campanha de vacinação em abril. Com o aumento generalizado dos casos de coronavírus e a morte de milhares de pessoas ao redor do mundo, foi necessário antecipar todo o processo.

Um adendo: mesmo quem já tomou a vacina contra a gripe, em outro momento, deve fazer o reforço. A mudança constante dos vírus influenza, responsáveis pela gripe, requer monitoramento global e modificações na formulação da vacinação vigente.

A vacina que é utilizada anualmente protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais estiveram presentes no Hemisfério Sul no último ano.

É possível ter acesso ao imunobiológico por meio de unidades privadas ou públicas de vacinação. No Sistema Único de Saúde (SUS), as vacinas são gratuitas e estão disponíveis em mais de 41 mil postos de saúde.

Quem será vacinado na segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação?

A segunda fase da campanha, que começa oficialmente no dia 16 de abril, tem o objetivo de vacinar pessoas com doenças crônicas não-transmissíveis, professores das redes pública e privada de educação e profissionais das forças de salvamento e segurança.

A última etapa, que começará em 9 de maio, imunizará crianças de seis meses e menores de seis anos de idade, além de:

  • cidadãos que estão próximos dos 60, ou seja, que têm idades entre 55 e 59;
  • gestantes;
  • mulheres que estão passando pelo período de até 45 dias depois do parto;
  • indivíduos com deficiência;
  • povoação indígena;
  • funcionários do sistema prisional;
  • jovens de 12 a 21 anos que cumprem normas socioeducativas,
  • população carcerária.

Vacinação de rotina: entenda porque é importante esperar para vacinar os seus filhos

De acordo com informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, a vacina de rotina, especialmente das crianças, foi suspensa até o dia 15 de abril para reduzir o contato entre o público idoso e infantil, uma vez que os pequenos têm sido considerados transmissores e disseminadores de doenças do trato respiratório.

A ideia é que, a partir do dia 16 de abril, os pais e responsáveis possam voltar às unidades de saúde e solicitar a vacinação de rotina.

Adultos que estão com doses de vacinas pendentes também devem aguardar a normalização do calendário para visitar um posto de saúde. A recomendação é que a vacinação seja mantida apenas em casos emergenciais, quando há circulação ativa de vírus agressivos, como os do sarampo e da febre amarela.

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